Já imaginou jogar com um macaco em uma selva pixelada cheia de perigos, magias e piadas inesperadas? Pois é. Dunjungle chegou sem fazer barulho, mas quem dá uma chance acaba ficando. E não é só pelo visual retrô, não. O jogo consegue equilibrar ação frenética com charme e bom humor — e isso, num roguelite, é um baita diferencial.
A seguir, vou te contar o que faz Dunjungle ser tão especial. Mas já adianto: se você curte desafio, variedade e uma boa dose de caos criativo, pode se preparar pra entrar nessa selva.
Um roguelite com alma — e uma banana na mão

A primeira coisa que chama atenção em Dunjungle é o protagonista: um macaco guerreiro que encara uma floresta corrompida por uma força misteriosa. Mas calma, o jogo não tenta ser “sério demais” com isso. Pelo contrário: tudo é tratado com leveza, piadas e um toque meio nonsense que dá personalidade à história.
A cada nova partida, os mapas são gerados de forma procedural. Isso significa que nenhuma run é igual à anterior. O caminho muda, os inimigos também, e você precisa se adaptar rápido — como todo bom roguelite pede.
E olha… o combate é gostoso demais! Rápido, com esquivas bem responsivas e uma variedade de armas, magias e relíquias que mudam completamente o estilo de jogo. Se você curte testar builds diferentes, vai se sentir em casa.
Diversão na medida certa (e sem enrolação)
Sabe aquele jogo que não enrola? Que vai direto ao ponto e te diverte desde os primeiros minutos? Dunjungle é assim. Não tem cutscenes longas, nem tutoriais infinitos. Você aprende jogando — morrendo, tentando de novo e percebendo que, opa, dá pra ir mais longe com aquela relíquia nova ou aquela arma esquisita que, no fim, faz um estrago danado.
O game acerta em cheio na progressão: cada tentativa traz uma sensação de avanço. Você destrava novas classes, habilidades e itens que deixam tudo mais maluco e interessante. E mesmo quando você perde, ainda sente que ganhou alguma coisa. É aquele ciclo viciante do “só mais uma run” — e quando vê, já passou da hora de dormir.
Visual retrô com charme de sobra

Se você curte pixel art, prepare o coração. Dunjungle entrega gráficos simples, mas muito bem trabalhados. Os personagens são carismáticos, os inimigos têm animações únicas e os cenários mudam bastante conforme você avança. A trilha sonora acompanha bem a ação, com batidas que aumentam a tensão nos momentos certos.
Ah, e um ponto importante: o jogo roda super liso no Nintendo Switch. Nada de travadinhas nem bugs que estragam a experiência. Tudo flui bem, mesmo com muitos efeitos na tela. Um baita acerto dos desenvolvedores.
O que faz Dunjungle se destacar?
Existem muitos roguelites por aí, é verdade. Mas Dunjungle tem alguns trunfos que ajudam a destacar ele no meio da multidão:
- Personagens carismáticos com falas engraçadas e expressões exageradas
- Variedade real de estilos de jogo com classes e itens únicos
- Mistura certeira de combate ágil, progressão satisfatória e bom humor
- Estilo acessível, mas com profundidade pra quem quer se aprofundar
- Pixel art caprichada e performance excelente no Switch
Não é um jogo que tenta reinventar a roda. Mas ele entende muito bem o que faz um roguelite ser divertido — e entrega isso com personalidade.
Vale a pena jogar Dunjungle?
Se você curte jogos independentes, ação rápida, e aquele feeling de “aprender com o erro”, Dunjungle é uma aposta certeira. É o tipo de game que dá gosto de descobrir aos poucos, testando combinações, dando risada com os personagens e se surpreendendo com a criatividade dos devs a cada bioma novo.
Além disso, apoiar um projeto indie bem feito — ainda mais com um toque brasileiro na criação — é sempre uma escolha legal. E cá entre nós… tem algo mais divertido do que salvar a floresta jogando como um macaco armado até os dentes?
Conclusão: mais que um roguelite, um convite ao caos divertido
Dunjungle não é o roguelite mais inovador do mundo — mas ele não precisa ser. Com uma base sólida, combates intensos e muito carisma, o jogo conquista fácil quem dá uma chance. Ele respeita seu tempo, diverte rápido e ainda arranca risadas com diálogos cheios de personalidade.
Se você está em busca de um jogo leve, viciante e cheio de possibilidades, chegou a hora de entrar nessa selva. E olha… talvez você nunca mais queira sair.







